Bobueno destaque
Há quem não agüente mais Galvão. Em época de Copa do Mundo, o histriônico ,

narrador da Globo capricha nos erres do trio Robinho, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno.

 Com um senso de oportunidade mais do que aguçado, um de designers de São Paulo

criou um João Bobo inspirado no narrador. Ideal para os momentos mais tensos da Copa.

Chamado de Bobueno, custa R$10 e pode ser encomendado pelo email bobueno@yahoo.com.br. (Jones Rossi)

e-livro grátis

Quer conhecer um pouco mais sobre PNL e ganhar um e-livro grátis? acesse o site www.e-continuum.com.br faça seu cadastro para receber o e-livro DESPERTE SEU PODER PESSOAL de Villella da Matta

 

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS DA HIPNOSE CLÍNICA

fonte: www.tesser.com.br

Auto Estima, Força de Vontade, Ansiedade, Estresse, Depressão, Hipertensão, Insônia, Fadiga Física e Mental, Reflexos, Condicionamento Físico, Concentração de Memória, Dependências (Álcool, Fumo, Drogas em geral, inclusive Medicamentos), Gagueira, Tiques Nervosos, Traumas, Fobias, Síndromes, Obesidade, Compulsividade, Desvios Comportamentais, Impotência Sexual, Distúrbios (Sexuais, sono, da Idade e Emocionais), Timidez, Oratória, Preparação de pacientes pré e pós cirurgia, Controle da Dor, Doenças Psicossomáticas em geral, anestesia, analgesia, hiperamnésia, amnésia, hiperistesia, entre outras aplicações.

HISTÓRICO

site: www.tesser.com.br

Nos achados da Antigüidade, encontra-se textos, com mais de 4.500 anos, que nos relata como os sacerdotes da Mesopotâmia, usavam o Transe - um estado diferenciado da consciência usual - para realizar diagnósticos objetivando curas. Podemos considerar esses registros como sendo os mais antigos documentos a citarem o transe em sua função terapêutica, um hábito comum à diversas culturas naturalistas.No século XIX, ao pesquisar esse procedimento, o Dr. James Braid denominaria a esta ciência o nome de HIPNOSE. O nome escolhido advêm de Hypnos - deus grego do sono - e foi escolhido pelo Dr. Braid devido a semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a Hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter com o seu emprego, como também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico.

mas, dá uma preguiça...

Duas ou três mastigadinhas rápidas e a gente engole – afinal, tem tanta coisa melhor para fazer do que ficar mastigando. E tanta comida boa nos seduzindo nas travessas do bufê do quilo, nos outdoors, nos intervalos comerciais na televisão, que não dá para se dedicar demais a cada bocado... Se a comida chega ao intestino mal digerida, acaba, em grande parte, descendo descarga abaixo, deixando quase nada de energia no seu corpo. Isso sem falar dos efeitos desagradáveis de uma digestão incompleta – arrotos, gases, barrigão... Se você não “perde tempo” mastigando a comida mais dura, imagine se vai investir em triturar pão, massa, arroz, biscoito e toda a turma dos carboidratos refinados, alimentos mais moles. Pois justamente ele, o carboidrato, merece ser muito bem amassadinho porque sua digestão depende muito da saliva e acontece quase inteiramente na boca. Se descer mal mastigado, os carboidratos viram banquete para as bactérias que habitam o intestino, criando um estado de fermentação no ambiente, dilatando as alças intestinais e produzindo estufamento e gases, muitos gases. A digestão de verduras, frutas e legumes também exige o empenho dos dentes. É que vitaminas e minerais, o ouro dos vegetais, só são absorvidos se você quebrar a parede de celulose que reveste a célula vegetal. Sabe como? Mastigando.

para aprender a mastigar

• Na hora de comer, esqueça a pressa, faça seu prato e respire fundo três vezes, antes de começar a comer, para baixar o stress.

• Fotografe mentalmente o prato feito, em frente a você, e olhe tudo o que vai comer, a variedade de alimentos, o colorido, enviando uma mensagem (“estou comendo”) ao centro de controle da fome, no cérebro.

• Repouse os talheres a cada garfada que leva à boca e só segure-os novamente quando o alimento, transformado em pasta, for engolido.

• Enquanto estiver treinando para comer devagar, vale descansar as mãos sobre as pernas enquanto mastiga.

• Se for comer pão, ou outro carboidrato, como biscoitos, bolos, doces, reforce o ritual: ponha o pedaço em um pratinho, corte-o em pelo menos quatro partes e, a cada mordida em cada pedaço, repouse no prato o que ainda está por mastigar.

• Experimente começar a refeição com uma fruta – o açúcar da fruta, a frutose, vai direto para a circulação e aplaca a gula.

• A salada vem antes do prato quente, que só chega à mesa depois que você ganhou bastante tempo mastigando verduras e legumes crus, cheios de celulose, que exige muito trabalho dos dentes. Se todas as travessas chegarem ao mesmo tempo, a tentação é misturar tudo, o que ajuda a engolir as folhas sem mastigar. Ou comer depressa os verdes para atacar o prato quente.

Superman vem ao Brasil

Por Odair Braz Junior

Para promover o filme Superman - O Retorno, que estréia no Brasil no dia 14 de julho, o elenco virá ao país. Deverão estar por aqui o diretor Bryan Singer e os atores Brandon Routh (Clark Kent/Superman), Kevin Spacey (Lex Luthor) e Kate Bosworth (Lois Lane). O local e o dia do evento ainda não foram divulgados pela Warner.

Superman - O Retorno é um dos filmes mais esperados de 2006 e mostra o Homem-de-Aço de volta à Terra após uma ausência de cinco anos.

Artistas chineses fazem 'maratona de abraços'

Dois artistas chineses convidaram 150 voluntários na cidade de Nottingham, na Inglaterra, para participar de uma "maratona de abraços".

A iniciativa é uma "obra de arte" dos irmãos Gao Zhen e Gao Qiang.

Os voluntários vão se abraçar em Nottingham no próximo domingo.

Eles foram instruídos a abraçar um desconhecido durante 15 minutos. Depois todos se abraçarão em um grande grupo ao som de Bach.

Fotos

A primeira performance de Utopia do Abraço foi feita na província de Shangdong, na China, em 2000.

"Nós, pessoalmente, já abraçamos centenas de estranhos e organizamos grupos de abraço entre estranhos em diferentes locais públicos e de diferentes maneiras em toda a China", disse Gao Zhen.

Os irmãos dizem que a inspiração para a exibição veio da falta de abraços entre os chineses.

As performances são fotografadas e exibidas ao público.

O próximo evento será feito em Marseille, na França, no dia 9 de junho

Paul McCartney e Heather Mills vão se separar

O ex-beatle Paul McCartney e sua mulher, Heather Mills, vão se separar após quatro anos de casamento.

Em um comunicado, o casal disse que estava "cada vez mais difícil manter uma relação normal com a constante intrusão de nossas vidas privadas".

McCartney e a ex-modelo Mills se casaram em junho de 2002 e um ano depois tiveram uma filha, Beatrice.

O casal se conheceu graças ao envolvimento de McCartney com o trabalho de Mills na organização beneficente que leva seu nome, The Heather Mills Trust, que visa ajudar pessoas que tiveram órgãos amputados.

A ex-modelo perdeu a perna ao ser atingida por uma moto policial em um acidente em 1993.

Atualmente ela é uma das reponsáveis pela organização não-governamental Adopt a Minefield (Adote Uma Mina Terrestre), juntamente com McCartney. A entidade visa erradicar as minas terrestres.

O ex-beatle havia sido casado anteriormente com a americana Linda Eastman, desde 1969 até a sua morte, em 1998, de câncer no seio.

Casamento em crise

Segundo recentes relatos, McCartney e Mills já não estavam vivendo juntos.

Mas a ex-modelo havia desmentido os boatos e disse há pouco tempo a um jornal britânico que as alegações eram "hilariantes" e acrescentou: "É claro que estamos juntos".

Ela afirmou ainda: "Paul e eu estamos juntos. Paul e eu estamos 100% juntos."

  
Jie-jie
Jie-jie está na unidade de tratamento intensivo
Um bebê nascido com dois braços esquerdos vai ser submetido a uma ooperação para retirar um deles, em Xangai, na China.

Os médicos, entretanto, ainda estão incertos em relação ao melhor procedimento cirúrgico, e, por isso, ainda não marcaram a data da operação.

Nenhum dos dois braços é totalmente funcional e os testes realizados até agora não puderam determinar qual deles estava mais desenvolvido.

O bebê, o garoto Jie-jie, chora quando ambos os braços são tocados, mas sorri e responde normalmente a outros estímulos.

O braço mais próximo ao tórax é mais fino e esté sempre curvado.

O outro tem o tamanho normal mas se move pouco e não tem palma.

Jie-jie, que está em unidade de tratamento intensivo com quadro estável, nasceu no dia 1º de abril em um pequeno hospital na província de Anhui.

O Dr. Chen Bochang, chefe do departamento ortopédico no Centro Médico Infantil de Xangai, disse que o caso do bebê é "bastante peculiar".

"É difícil decidir como fazer a operação nele", disse o Dr. Cheng, tido como um dos médicos mais experientes da China no tratamento de bebês com defeitos de nascença.

Cursos de idioma no exterior incrementam currículo

Por Cristina Moraes e Christina Souza

Com a concorrência cada vez mais acirrada e a oferta de emprego em queda, não dá pra ficar parado no tempo. Uma forma de não ficar para trás é investir em um curso de idiomas, uma vez que a ascensão na carreira está cada vez mais relacionada à fluência em idiomas estrangeiros. Para os que querem agilizar o aprendizado, uma boa opção é fazer um curso no exterior, mais rápido e eficiente do que os cursos de longa duração disponíveis no Brasil.

Em muitos casos as empresas pagam parte ou o total do valor do curso em regime de intercâmbio para funcionários que valem a pena o investimento, mas existem também aqueles profissionais que enxergam a hora de fazer um incremento em suas carreiras e bancam o programa de seu próprio bolso. Em 41% dos casos o interesse parte do profissional que pleiteia, na volta, um reembolso parcial.

Luiz Fonseca, 37, coordenador de qualidade da Magneti Marelli Cofap, recebeu de sua empresa, onde trabalha há 18 anos, proposta para realizar um curso de inglês nos EUA. No programa, que teve um mês de duração, o aproveitamento não poderia ter sido melhor. “Já havia estudado inglês em escolas no Brasil por aproximadamente dois anos, mas o aprendizado não se compara ao período que estive em Michigan, EUA. Acabei tendo contato com a língua 24 horas por dia e até dormindo sonhava em inglês”, conta Fonseca.

A iniciativa também pode partir do próprio profissional, que se sente menos útil quando é deixado de fora de uma reunião ou de uma discussão por e-mail por causa de sua pouca desenvoltura em um idioma específico. Foi o caso de Monetti Lorenti, 35, analista sênior de RH da Sky. Mesmo sendo fluente no idioma, Monetti não conseguia aprovação nas vagas a que se aplicava. Por conta própria, bancou um curso de inglês para negócios em Londres, em 2002, e não se arrepende.

Os idiomas mais procurados são, na ordem, inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e por fim os mais exóticos como mandarim e árabe.

Brasil entra no clube dos 10 países com mais idosos

O Brasil ingressou no grupo dos dez países que, juntos, têm 62% da população mundial com mais de 60 anos de idade. São 17,6 milhões de brasileiros nessa faixa etária (9,7% da população), de acordo com o estudo Síntese dos Indicadores Sociais 2005, divulgado ontem (12/04) pelo IBGE. Hoje, 2% dos idosos do mundo são brasileiros. China, Índia, Estados Unidos, Japão, Rússia, Alemanha, Itália, França e agora o Brasil, nessa ordem, compõem o grupo.

O índice de envelhecimento do país passou de 0,11 no início dos anos 80 para 0,25 em 2004, o que significa que, para cada 100 jovens até 15 anos, existem 25 idosos. Embora ainda seja quatro vezes menor que 1 (quando se considera que um país tem a população envelhecida), o índice avança muito rápido. "Nesse ritmo, antes de 2050 estaremos como esses países (de população envelhecida). Alemanha e França levaram um século para chegar aonde estamos e passaram por duas guerras mundiais", disse o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes. Na Itália, Japão e Alemanha, países considerados "velhos", o índice é de 1,42, 1,41, 1,31, respectivamente.

O aumento está relacionado a dois fenômenos: queda da taxa de fecundidade e diminuição da taxa bruta de mortalidade. Entre 1991 e 2004, o número de mortes no país caiu de 6,8% para 6,3% - a taxa de fecundidade declinou de 2,9 para 2,1 filhos.

O envelhecimento no Brasil acontece de forma diferente em cada estado e está ligado às desigualdades socioeconômicas. Enquanto os estados da região norte têm índices de envelhecimento que variam de 0,07 a 0,18, nos das regiões sudeste e sul, eles são mais elevados. No Rio, o índice chega a 0,43, a maior taxa do país.

O estado lidera todos os demais quanto à proporção maior de idosos em relação ao número total de habitantes, pouco mais de 2 milhões de pessoas, (13,3% da população). Em números absolutos, São Paulo, com 4 milhões (10,1% da população), tem o maior contingente.

Dos brasileiros com mais de 60 anos, 73,1% vivem em domicílios com renda familiar média mensal per capita de até dois salários mínimos. São Paulo e Rio, estados com as duas maiores populações dessa faixa etária do país, reúnem o maior contingente de idosos com renda mensal acima de 5 salários mínimos - o Rio com 15% e São Paulo com 10,9%. Pouco mais de 60% moram com parentes e 13% moram sozinhos.

Na análise por sexo, o perfil brasileiro segue o mundial, com predominância de mulheres. Para cada 100 brasileiras com mais de 65 anos existem 78,6 homens.

(O Estado de S. Paulo – 13/04/06)

 
Aposentadoria, época do trabalho voluntário

A mudança drástica no cotidiano de quem se aposenta é apontada como uma das responsáveis pela depressão na terceira idade. Mas o problema da falta de atividades criativas e da busca de metas pode ser resolvido pelo trabalho voluntário. As entidades estão percebendo o valor da experiência profissional e de vida dos mais velhos - além das vantagens da maior flexibilidade de horário.

Uma vez por semana, Pérola Jankeluvicius, de 79 anos, sai cedo de casa para encontrar as amigas Sara Szumlewicz e Ester Sebag na instituição beneficente israelita Ten Yad, no Bom Retiro. As três fazem parte de um grupo de 350 voluntárias, a maioria idosas.

Seu trabalho é ajudar a cortar, empacotar e coordenar o trabalho de distribuição de pães. Ali ela passa quase três horas do dia. Enquanto uma corta os pães, as outras duas os empacotam e acondicionam nas caixas que seguirão com refeições levadas para bairros da periferia ou na baixada do Glicério, no centro de São Paulo.

Para Pérola, lidar com a falta de ocupação após a aposentadoria não foi fácil. "No primeiro dia depois de parar de trabalhar, acordei e fui conferir em minha agenda os compromissos", diz. "Comecei a chorar quando vi que não tinha nada para fazer." Ela encara o voluntariado como terapia. "É a instituição que me ajuda, e não o contrário."

O geriatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Clineu de Mello Almada Filho chama atenção para a importância desse tipo de trabalho. "Essa geração não diversificou suas atividades antes da aposentadoria. O trabalho voluntário é uma possibilidade de resgate da auto-estima."

O Centro de Voluntariado de São Paulo (CVSP) encaminha todo mês, em média, 300 pessoas de todas as idades para 660 organizações sociais cadastradas. O centro também abriga 55 voluntários, 11 deles com mais de 65 anos.

Stella Tetreault, de 71 anos, biblioteconomista aposentada, é uma delas. Há quatro anos no CVSP, diz não se acostumaria a viver sem trabalhar. "Só vou parar quando não tiver condições de trabalhar bem", explica.

Segundo Eliane Lemos, coordenadora de capacitação e do programa de voluntariado do CVSP, a vantagem dos voluntários mais velhos é a experiência que os mais novos não têm, além da maior disposição de tempo.

Freqüentando as reuniões de uma associação de aposentados e pensionistas no centro do Rio, Jorge Cramper, de 80 anos, decidiu montar ele mesmo um serviço de ajuda voluntária ao perceber as dificuldades econômicas de seus colegas. Para muitos, comprar remédios com pouco mais de um salário mínimo de aposentadoria era impossível. Como Cramper trabalhou em uma multinacional do setor farmacêutico por mais de 40 anos, resolveu criar um banco de remédios na sede da associação.

Após nove anos de voluntariado, Cramper contabiliza 45 mil doações e hoje conta com a ajuda de mais 12 pessoas. "Tem associado que precisa tomar até 18 remédios por dia", diz ele. "Ou come ou compra os medicamentos."

Todas as doações são feitas apenas com a apresentação da receita e do nome do médico. Em 2001, Cramper ganhou o concurso Talentos da Maturidade, do Banco Real, na categoria Programas Exemplares, por seu trabalho social. "Para mim a recompensa é a satisfação de um idoso ao receber um remédio que não poderia comprar."




[ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: